domingo, 13 de novembro de 2016

Os apóstatas (parte 2) - Por que o Corpo Governante não se defende?

Qual personagem de O Mágico de
Oz te lembra o Corpo Governante? 
(Copiado do sexto capítulo de meu livro; veja aqui a parte 1Como pode ser visto por todo este livro, para todos os erros e possíveis erros que apresentei sobre a religião em consideração, sempre procurei postar as justificativas da Torre de Vigia. E eu teria muito prazer em colocar aqui a sua defesa das acusações que lhe fazem os apóstatas, mas assim como essa organização religiosa não relata quais são as acusações, também, e evidentemente, não apresenta a sua defesa.  E por que não o faz?  Uma explicação apresentada há um século pelo fundador do movimento foi recentemente resgatada como ainda válida:

Perguntaram certa vez a C. T. Russell, primeiro presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), por que ele não se defendia das calúnias. Ele respondeu: “Se a pessoa parar para chutar todo cão que late para ela, nunca irá muito longe.” (A Sentinela de 1º de abril de 1995, página 27).


Essa declaração de Russell foi citada num artigo intitulado “Como os cristãos reagem ao vitupério público”, que, em sua essência, ensina como as Testemunhas devem reagir quando se lhes fazem acusações na mídia. Depois de dizer que é conveniente deixar a cargo dos anciãos qualquer possível contato com a mídia, o artigo recomenda às Testemunhas, com base em Provérbios 14:15, que não devem ser como os inexperientes e acreditar em tudo o que se dizem sobre elas.  A autoridade religiosa está absolutamente certa em exortar às Testemunhas que adotem esse procedimento. Também é notável o que diz mais adiante, à página 29:

As Testemunhas de Jeová apreciam quando a pessoa com que falam é imparcial e demonstra a mesma atitude que alguns dos visitantes de Paulo em Roma, que declararam: “Achamos correto ouvir de ti quais os teus pensamentos, porque, deveras, quanto a esta seita, é sabido por nós que em toda a parte se fala contra ela.” — Atos 28:22
Isso nos trás à atenção a virtude de se ouvir os dois lados, que já consideramos em parágrafos anteriores. Curiosamente, é no final desse mesmo artigo que a autoridade religiosa divulga o caso da mesa redonda apresentado em uma TV alemã, onde a opinião de um único telespectador foi suficiente para atestar como mentirosas as afirmações feitas pelos considerados apóstatas – e sem se dignar a dizer quais eram as acusações, bem como sem citar TV e data do programa, o que, por sua vez, acaba por requerer que as Testemunhas formem sua opinião baseada apenas na versão contada pela autoridade religiosa.

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Isso salienta mais um lado torpe da Torre de Vigia, que, como é natural, deseja sentir o prazer de poder contar a sua versão sobre os fatos, mas ao mesmo tempo, e sempre que possível, procura fazer que sua versão prevaleça, ainda que para isso tenha que dificultar a que outros analisem os fatos por si e formem a sua própria opinião.
Em suma, quanto a se defender das acusações feitas pela mídia, o artigo considera que o mais apropriado para a Testemunha é concentrar-se no seu serviço de pregação e, nesses locais reservados, responder pessoalmente a possíveis questionamentos dos moradores. Mas quanto a isso, há ainda uma ressalva: depende do tipo de pergunta.
Que dizer se se confrontar no serviço de campo com um apóstata ou com alguém que quer apenas discutir? Se a pessoa não for sincera, usualmente é melhor que nos excusemos e sigamos para a próxima porta. Os apóstatas e os opositores não estão interessados na verdade, mas servem apenas aos objetivos de Satanás. Mas, quando alguém faz perguntas sinceras, podemos apegar-nos a estas e responder à base das Escrituras (Nosso Ministério do Reino de janeiro de 1987, página 8).
Quando a autoridade religiosa autoriza as Testemunhas a classificar pessoas como “sinceras” ou “opositoras” e “apóstatas”, parece-me que o único critério a ser observado é o quão contundente são as acusações e os questionamentos apresentados pelos moradores. Caso algum morador não se deixe convencer pela resposta da Testemunha, deve-se classificá-lo como opositor e largar de mão, pois não é digno de ouvir a verdade que a Testemunha acredita possuir. Nesse respeito, e considerando que Cristo era o enviando de Deus para os judeus do primeiro século, é apenas natural concluir que suas acusações e questionamentos eram demasiadamente contundentes para os ouvintes que o resistiam (e é exatamente isso que lemos nos Evangelhos). Prova isso que Jesus era um mero “opositor”, um “apóstata”, alguém que não estava interessado na verdade? Absolutamente não! Isso indica que um questionamento, uma acusação, deve ser julgado e analisado pelos seus próprios méritos, e jamais deve ser rejeitado como sendo falso, despropositado, simplesmente pelo fato de nos atingir diretamente.
Outro objetivo dessa recomendação (embora não expresso) é reduzir ao mínimo o tempo de exposição da Testemunha a questionamentos e acusações que envolvam suas crenças e sua liderança religiosa, uma vez que, em isso ocorrendo, poderia levá-la a dar início a um processo de investigação de suas próprias crenças ou a investigar por outros meios se de fato procedem as acusações contra a Torre de Vigia. Deduzo que essa preocupação da liderança é real pelo que conta uma revista A Sentinela de 1986, que diz, a título de advertência, o que aconteceu com Testemunhas que expuseram-se, por curiosidade, a matéria considerada “apóstata”:
Ora, o que fará então quando se vir confrontado com ensinos apóstatas — raciocínios sutis — afirmando que aquilo que você crê como Testemunha de Jeová não é a verdade? Por exemplo, o que fará se receber uma carta ou alguma literatura, e, abrindo-a, vê logo que procede dum apóstata? Será induzido pela sua curiosidade a lê-la, só para ver o que ele tem a dizer? Talvez você até mesmo raciocine: ‘Isso não me vai afetar; sou forte demais na verdade. E, além disso, tendo a verdade, não temos nada a temer. A verdade suportará a prova.’ Argumentando assim, alguns nutriram a mente com raciocínios apóstatas e caíram vítimas de sérias perguntas e dúvidas. (Veja Tiago 1:5-8) Portanto, lembre-se da advertência contida em 1 Coríntios 10:12: “Quem pensa estar de pé, acautele-se para que não caia.” (A Sentinela de 15 de março de 1986, página 12).
Observe que raciocínio mais torpe! Imagine que todo mundo, por todas as eras, tivessem resolvido adotar esse raciocínio com o fim de não criar dúvidas sobre suas próprias crenças, sejam elas de qualquer natureza. Então conceitos primitivos de uma terra plana deveriam ainda ser vigentes, o Sol e outros astros seriam deuses para quase todas as culturas, e fenômenos da natureza como raios e trovões deveriam nos causar um pavor descomunal. Doenças há muito erradicadas ou controladas deveriam ainda estar grassando a raça humana, ou talvez até colocando-a à beira da extinção. Para todos esses casos, quer se tratasse de adoração religiosa ou não, diversas culturas ao longo da história formaram suas próprias conclusões e as adotaram como fatos. Mas foram os questionamentos e a investigação que levaram a dúvidas, ou vice-versa, e por fim novas descobertas resultaram em um conceito equilibrado sobre todos esses fatores, o que possibilitou a que enfrentássemos diversos problemas relacionados e sanássemos a muitos deles.  E em se tratando do texto bíblico aplicado, trata-se de uma completa distorção do seu sentido original. Pois o contexto trata de idolatria e fornicação, algo que os israelitas no deserto caíram vítimas por não levarem a sério leis básicas de Deus. Essas leis básicas continuam em vigor, mas, assim como na época, continuam também em vigor exortações cristãs de que devemos examinar bem os conceitos religiosos que se nos apresentam para ver se de fato são provenientes de Deus (Atos 17: 11; 1 João 4:1).
E ainda bem antes, em 1977, a autoridade religiosa saiu-se com esta outra justificativa sobre por que não se defende:

Portanto, em vez de entrarem em discussões, quando se fazem acusações falsas, as Testemunhas de Jeová costumam deixar que o peso da apresentação de provas recaia sobre os acusadores. Um bom exemplo disso é o apóstolo Paulo. Quando os inimigos religiosos lançaram contra ele acusações falsas perante o governador romano Félix, Paulo não tentou refutá-las, mas simplesmente salientou que seus acusadores não podiam provar ‘as coisas de que o acusavam’. (Atos 24:13) De modo similar, Jesus Cristo, em certa ocasião, perguntou aos seus opositores: “Quem de vós me declara culpado de pecado?” — João 8:46 (A Sentinela de 1º de julho de 1977, página 414).
O caso de Paulo e de Cristo, como citado acima, parece fornecer um argumento imbatível à autoridade religiosa. É absolutamente verdade que Paulo e Cristo não eram culpados das acusações que lançavam contra eles, mas é esse o caso da Torre de Vigia? Por exemplo, muitas Testemunhas de Jeová tem escutado que a Torre de Viga, contrariando sua postura oficial, assinou secretamente um documento apoiando as Nações Unidas; outras escutam que a autoridade religiosa tem acobertado muitos casos de pedofilia, o que a torna culpada tanto quanto acusa outras religiões de semelhante erro. Este livro e diversos outros acusam essa organização religiosa de ter marcado diversas datas para o fim do mundo, bem como questiona a legitimidade de sua autoridade exercida sobre os fiéis. Para todas essas acusações, há argumentos à espera de respostas por parte da Torre de Vigia. E o que ela faz?  Escreve de forma soberba que “as Testemunhas de Jeová costumam deixar que o peso da apresentação de provas recaia sobre os acusadores”. Ora, é muito cômodo escrever isso, uma vez que as Testemunhas estão proibidas de acessar quaisquer provas que se apresente! E sobre apresentação de provas, isso nos remete à penúltima citação, onde se relata que Testemunhas, por curiosidade, analisaram material considerado apóstata e, nas palavras da autoridade religiosa, “caíram vítimas de sérias perguntas e dúvidas”; mas será que essas dúvidas não foram geradas pela robustez das provas apresentadas, em detrimento da fragilidade da argumentação do Corpo Governante, ou talvez, como é em muitos casos, em decorrência da completa ausência de defesa?
E ainda para aqueles que formaram sua opinião sem ouvir a versão das Testemunhas, o Corpo Governante tem algo muito sério a dizer:
Mas, quando pessoas preferem crer nas acusações falsas, terão de sofrer as conseqüências por não terem feito uma investigação sincera. Isto está de acordo com as palavras de Jesus Cristo: “Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” — Mat. 15:14 ( revista citada anteriormente, página 414).
Lendo isso em uma revista elaborada pela organização Torre de Vigia, quem diria que justamente essa organização pune com ostracismo social a todo Testemunha que, com base em uma “investigação sincera”, decide não mais se deixar guiar por ela!

O que de fato diz a Bíblia
Pelo que se leu em parágrafos anteriores, ficamos sabendo com quanta ênfase a Torre de Vigia exorta às Testemunhas que não devem ler nada produzido pelos considerados apóstatas. Mas uma Testemunha de Jeová dificilmente dirá  que age assim a mando da autoridade religiosa, mas antes, dirá que o faz porque assim ordena a Bíblia.
Relembrando o que foi dito no começo deste capítulo, é um fato que o Corpo Governante considera que a religião liderada por ele é a continuação do cristianismo do primeiro século. Deste modo, portanto, o que os apóstolos e discípulos de Cristo escreviam a respeito de quem se desviava do Caminho e se tornava apóstata é agora tomado como se aplicando diretamente àqueles que deixam a religião das Testemunhas de Jeová e procuram, a partir de então, expor as falhas dela – o que, no conceito do Corpo Governante, não é nada mais que perseguição religiosa, assim como o era os ataques sofridos pelos primeiros cristãos.
Quanto a esse conceito da autoridade religiosa, é preciso levar em conta tudo o que já foi aqui analisado a respeito dela. Feito isso, a conclusão a que chegamos é que não há nada que diferencia essa religião de tantas outras denominações cristãs, grandes e pequenas, novas e antigas. Até onde tenho conhecimento, em todas elas é possível encontrar uma porção de ensinos genuinamente cristãos, bem como tantos outros distorcidos ou completamente errados. Considerando isso, vale recordar a parábola do joio e do trigo contada por Jesus Cristo (Mateus 13:24-30; 36-43). Segundo a interpretação dele próprio, nos últimos dias estaria os cristãos verdadeiros espalhados por toda a parte, misturados a falsos cristãos; é verdade que ele disse que enviaria seus anjos para fazer a separação, mas não vejo nenhuma evidência de que esteja fazendo isso agora e ajuntando-os em religião A ou B – o que, por sua vez, não me permite aceitar que essa ou aquela liderança religiosa comporte-se como se fosse detentora do caminho da salvação e que condicione a aproximação a Cristo a que se trilhe tal caminho.
Posto isso, examino agora parte da segunda carta de João, a principal declaração bíblica usada pelo Corpo Governante com o intuito de coibir a que as Testemunhas entrem em contato com ideias consideradas apóstatas. Veja então um uso que se faz dessa parte da carta de João:

O apóstolo João orientou os cristãos a não acolherem apóstatas na sua casa. Ele escreveu: “Se alguém se chegar a vós e não trouxer este ensino, nunca o recebais nos vossos lares, nem o cumprimenteis. Pois, quem o cumprimenta é partícipe das suas obras iníquas.” (2 João 10, 11) Evitarmos todo o contato com esses opositores nos protegerá do seu modo corrupto de pensar. Expor-nos aos ensinos apóstatas divulgados pelos diversos meios de comunicação moderna é tão prejudicial como acolher o próprio apóstata na nossa casa. Nunca devemos permitir que a curiosidade nos leve a tal rumo calamitoso! — Provérbios 22:3 (A Sentinela de 1º de maio de 2000, página 10).

Também é nessa parte da segunda carta de João que a Torre de Vigia fundamenta a norma que proíbe a que Testemunhas cumprimentem àqueles que foram excomungados ou dissociaram-se da religião.
Agora quanto a se é possível aplicar as palavras de João a escritos religiosos nos termos em que estabelece a Torre de Vigia, é preciso lembrar o que o próprio João escrevera em sua primeira carta a respeito dos escritos religiosos que circulavam por aquela época:

Amados, não acreditem em toda declaração inspirada, mas ponham à prova as declarações inspiradas para ver se elas se originam de Deus, pois muitos falsos profetas saíram pelo mundo afora (1 João 4: 1).
O apóstolo João escreveu essas palavras perto do fim do primeiro século, quando as cartas de Paulo, de Tiago e de Pedro, bem como os evangelhos e o livro de Atos, podiam todos estar circulando pelas diversas congregações então existentes.  Juntamente com essas cartas e livros divinamente inspirados que chegaram aos nossos dias, João nos informa que “muitos falsos profetas” também estavam em atividade e, evidentemente, também podiam estar escrevendo livros e cartas, com claras – e não tão claras – distorções da genuína verdade cristã. E que exortação deu ele aos seus leitores? Disse-lhes que deveriam olhar a capa de um livro, identificar algum logotipo e, feito isso, julgar o conteúdo como divinamente inspirado ou apóstata? Absolutamente não, pois isso era impossível para aquela época. Os cristãos foram claramente exortados a examinar os escritos para ver se de fato fundamentavam-se em princípios divinos já conhecidos, bem como se estavam em harmonia com cartas e livros anteriores, cuja origem divina já havia sido estabelecida por eles. Isso nos remete às palavras de Lucas a respeito de como se comportaram os bereianos ante o que ouviam do apóstolo Paulo:
Estes tinham mentalidade mais nobre do que os de Tessalônica, pois aceitaram a palavra com vivo interesse, e examinavam cuidadosamente as Escrituras, todo dia, para ver se tudo era assim mesmo (Atos 17:11).
É lógico que a Torre de Vigia considera que fazer esse exame é apropriado apenas para recém-interessados, ou para pessoas de outras religiões. Mas ela própria, a Torre de Vigia, faz exatamente o contrário: ao passo que desaconselha a que as Testemunhas examinem com olhar crítico a sua literatura, procurando decidir se tudo ali está de acordo com as Escrituras, dentre mais de uma centena de livros “sagrados” escritos nos primeiros séculos, ela ousou julgar quais são inspirados e quais são apócrifos (ou apóstatas). É verdade que adotou como sagrado uma lista de livros já adotados como tal pelo movimento protestante, mas isso não altera em nada o fato de que ela os julga como sagrados ao passo que expõe em sua literatura as razões de não aceitar os demais livros que constam na versão católica da Bíblia. Em nada disso ela está errada, pois segue exatamente a recomendação que consta na primeira carta de João (capítulo 4, versículo 1). Considerando que ela assim ousa julgar tais livros pelo seu conteúdo, como então proíbe – sob ameaça de punição – a que seus seguidores façam o mesmo? A julgar por esse proceder, deveríamos ter pelo menos um versículo bíblico em que um apóstolo determinasse de forma explícita que cabia a eles, os apóstolos, decidir quais cartas ou livros eram sagrados. Mas nada disso lemos nas Escrituras; antes, ela é bastante explícita em afirmar que cabia a cada cristão julgar toda e qualquer carta, não à base de um logotipo ou autoria, mas à base do seu conteúdo.
E no que diz respeito a seguir a recomendação cristã de julgar um livro ou uma carta unicamente por seu conteúdo, isso é válido para todos os cristãos dos dias atuais, e inclui inclusive os livros e cartas que compõem a Bíblia Sagrada. Isso se dá pela razão de que as muitas traduções e versões disponíveis têm cada uma delas muitas variantes de sentidos em sua fraseologia. A própria Torre de Vigia tanto reconhece isso que decidiu fazer a sua própria tradução da Bíblia, que denominou Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada. Essa tradução, no entanto, tem enfrentado ferrenhas críticas, em grande parte por reformular grande quantidade de textos de modo a negar a Trindade, que é uma doutrina básica de quase todas as outras denominações cristãs. Independente de quem esteja certo quanto a essa questão, o que fica de fato provado é que um lado ou outro está torcendo as Escrituras com o fim de apoiar crenças preconcebidas.

Tendo isso em mente, fica claro o quanto se faz necessário seguir a exortação do apóstolo João sobre a quem cabe de fato jugar se esta ou aquela informação tem procedência cristã ou é (não obstante o que se diga) meramente fruto da apostasia dos tempos modernos. 


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3 comentários:

  1. Excelente! Um dos principais motivos do CG não se defender pq não há defesa. O que resta para eles é proibir as TJs de investigarem, simples assim!

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  2. Apenas uma pequena ressalva:

    O Irmão Russell era conhecido por defender destemidamente a Verdade. O fez desde o princípio, nas páginas da revista "Herald of the Morning", de co-autoria com Nelson H. Barbour, quando este passou a ter uma visão não bíblica do Resgate. De maneira amorosa, mas firme, Russell o refutou diversas vezes com artigos publicados na própria revista. Tanto que isso o levou a retirar o apoio daquela publicação e criar sua própria revista, a Torre de Vigia de Sião.

    O Pastor Russell também era conhecido por seus debates públicos, onde multidões se faziam presentes, inclusive jornalistas. Esses debates eram publicados em jornais de grande circulação nos EUA.

    Exemplos de dois grandes debates públicos de Russell:

    * Debate de Russell Vs. L.S. White:

    https://m.youtube.com/watch?v=Y-OZViFXeWA

    * Debate de Russell Vs. Eaton:

    https://archive.org/stream/RussellVsEatonDebate/1903_Russell_Eaton_Debate_djvu.txt

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