domingo, 20 de novembro de 2016

A ATCJ responde à minha carta

Como já é de conhecimentos de muitos, no final de junho deste ano de 2016 publiquei o meu livro, no qual exponho o que considero graves erros da organização Torre de Vigia. Grande parte dele se resume em exame de doutrinas, mas há um capitulo de questões morais, onde, com base em fartos documentos, acuso a Torre de Vigia de ter estado associada com as Nações Unidas durante nove anos, bem como de acobertar pedófilos e fazer mau uso dos donativos, como entrar em acordos financeiros com vítimas de pedófilos para que estas desistam de processar a entidade religiosa. Como são assuntos de que a Torre de Vigia nunca tratou em suas publicações, ou se o fez, foi demasiadamente vaga, eu não podia publicar o livro sem pelo menos tentar obter a versão dela sobre essas questões. 


Com esse objetivo, escrevi-lhe uma carta aberta por volta do mês de maio, mas até o fim de junho, quando publiquei o livro, nenhuma reposta havia chegado às minhas mãos.  Mas qual não foi a minha surpresa quando nesta quinta-feira, por volta do meio-dia, o carteiro me entrega um envelope que tinha a ATCJ como remetente!

O leitor poderá baixar nos links abaixo tanto a minha carta (em 3 páginas) bem como a carta-resposta da ATCJ. Também poderá baixar o meu livro e examinar o contexto desta carta, conforme consta em suas páginas finais.





Confesso que abri a carta sem ter uma ideia sequer do seu conteúdo, mas a surpresa e inquietação logo deram lugar a uma grande decepção, como pode ser visto no exame a seguir:



A ATCJ não tinha nenhuma obrigação de me dar uma justificativa que fosse; mas já que o fez, examinemo-la. Quanto a mim, não pude deixar de me perguntar até agora sobre em que a reforma de uma página eletrônica foi capaz de resultar em minha carta ter que esperar seis meses para ser respondida. Tirando a possibilidade provável de que seja tudo resultado das demissões frequentes nestes últimos anos, ouso deduzir que toda (ou quase toda) a equipe da seção de correspondência esteve ocupada na reforma do site. Impossível? Eu não consigo imaginar outra provável resposta. Você consegue?

Por outro lado, posso deduzir que essa demora tenha sido não necessariamente em resultado de uma reforma de página eletrônica, mas apenas um “tempo estratégico”. Visto que se tratava de uma “carta aberta”, era evidente que logo ela estaria circulando pelos meios de comunicação, com ou sem resposta. Portanto, terá a ATCJ esperado todo esse tempo apenas para ver que repercussão teria esta minha carta?  Pelo que sei, o meu livro não recebeu nenhuma atenção de nenhum grande veículo de comunicação, e nem teve a carta melhor destaque, tudo tendo ficado restrito aos sites e blogs apóstatas. Em razão disso, posso eu deduzir que as respostas da ATCJ às minhas perguntas são apenas o que ela achou ser compatível com a repercussão do livro? Bem, depois de examinar tais respostas, escolha o leitor em que acreditar, porque eu não faço qualquer ideia.



Essas palavras introdutórias são típicas das palavras dirigidas às Testemunhas de Jeová, em respostas às suas cartas, quando perguntam à Torre de Vigia sobre a veracidade de acusações contra ela veiculadas por jornalistas ou por fontes consideradas apóstatas. O “mundo ímpio”, “Satanás”, e “tendências pecaminosas” quase sempre são apresentados como “inimigos” ferozes, que visam a qualquer custo arruinar a espiritualidade das Testemunhas. Mas será que a ATCJ sabe que não sou mais Testemunha? Como digo no meu livro, logo depois de apresentar a minha carta, ela dispõe de um banco de dados com o nome de todos os ex-membros, e pode simplesmente digitar meu nome em um computador para saber quem eu sou. Também podia telefonar para minha cidade, Guadalupe, e os anciãos locais rapidamente diriam todas as informações que se solicitassem a meu respeito. E também se digitasse meu nome em qualquer mecanismo de busca da internet, conseguiria rapidamente saber que não sou mais Testemunha e que trabalho ativamente entre aqueles que o Corpo Governante chama de ‘agentes de Satanás’. Portanto, por quaisquer desses meios, a ATCJ podia saber que não sou mais Testemunha, embora eu não possa aqui afirmar que ela tenha de fato me identificado como um ativo “apóstata”.

Então que respostas ela forneceu às minhas perguntas?

O caso Nações Unidas

O envolvimento da Torre de Vigia com as Nações Unidas está bem documentado na internet e pode ser confirmado até mesmo em fontes da própria ONU. Desse envolvimento, os pontos mais graves é que foi necessária a Torre de Vigia se comprometer em promover os interesses políticos da ONU e apoiar as suas causas. E como é sabido, ela negou que apoiou interesses políticos da ONU e até deu duas versões bem diferentes para ter-se filiado como ONG a essa entidade política, sendo que ambas foram desmentidas pela ONU, inclusive a atual versão, que é sobre o uso das bibliotecas. Minhas perguntas resumiam-se em apenas saber se essa filiação aconteceu de fato, conforme noticiada pelo The Guardian e confirmada pela ONU.

Vejamos a resposta da ATCJ:



Não há muito que eu possa comentar sobre essa resposta. Permanece a versão de uso da biblioteca, mas sabemos que essa versão já foi claramente desmentida pela ONU. Qualquer pessoa podia ter acesso a qualquer material disponibilizado por ela, em bibliotecas depositárias espalhadas pela cidade de Nova Iorque, e também, se fosse o caso, bastava que se entrasse em contato com assessores da ONU para se conseguir informações mais específicas. Nunca foi necessário tornar-se ONG ligada à ONU, comprometer-se a divulgar seus projetos políticos, para poder ter acesso a uma ou outra pesquisa disponibilizada por ela ou seus órgãos, como OMS, FAO e UNESCO.

A novidade aqui é que a internet tornou desnecessária tal filiação. Mas não foi essa a resposta que Paul Gillies deu ao The Guardian quando exigiu direito de resposta àquele importante jornal.





TRADUÇÃO: 

Na época da inscrição, não se exigiu nenhuma assinatura em qualquer formulário. Anos mais tarde, sem que o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová fosse notificado, as Nações Unidas publicaram o “Critério Para a Associação” obrigando as ONGs a ela associadas a apoiarem os objetivos das Nações Unidas.  Ao tomarmos conhecimento da situação, solicitamos a nossa desassociação e o cartão de identificação do escritor foi devolvido.  

Sinceramente, 
Paul Gillies, Assessor de imprensa das Testemunhas de Jeová na Inglaterra


.
E ainda que o motivo da filiação tenha sido possibilitar o acessar à biblioteca das Nações Unidas, a ATCJ simplesmente se calou sobre o acordo assinado, que exigia da Torre de Vigia que promovesse os interesses daquela entidade política. E essa não é a única vez, nesta carta, que se requer que uma meia-resposta (ou seria meia-verdade?) seja tida como resposta satisfatória.

Pedofilia

Eu não usei de ambiguidade quando perguntei à ATCJ se procediam as acusações de que a Torre de Vigia estava a acoberta pedófilos, livrando-os de enfrentar a justiça e pagar por seus crimes, e qualquer pessoa pode concluir que essa é uma pergunta válida. Basta que investigue por que mais e mais ações contra a Torre de Vigia estão chegando aos tribunais do mundo inteiro, nas quais vítimas acusam essa entidade religiosa de ter sido conivente com predadores sexuais, não levando a sério as palavras das vítimas, quando notificadas por elas próprias ou por seus pais. E antes que alguém conclua que uma acusação por si só não constitui culpabilidade, é um fato bem conhecido que muitos tribunais aceitaram essas acusações e alguns processos já foram concluídos e outros estão em fases bem adiantadas. E há pouco mais de um ano, a Comissão Real Australiana tornou publico que, em cerca de 60 anos, mais de 1000 casos de pedofilia ficaram ocultos das autoridades na Austrália. Assim, se considerarmos que as políticas da Torre de Vigia, de modo geral, vigoram de modo uniforme no mundo inteiro, pode-se ter uma ideia de quantos outros casos de pedofilia também não estão sendo ocultados das autoridades por todas as congregações das Testemunhas espalhadas pelo mundo.

Mas à minha pergunta, nada ambígua, a ATCJ respondeu com meras 24 palavras:



Apesar de a resposta soar demasiadamente abusiva, ela apenas reflete o procedimento da Torre de Vigia ao lidar com casos de pedofilia. Como conto em meu livro, as revistas A Sentinela e Despertai!, pela década de 90, bradaram aos quatro cantos do mundo que as igrejas da cristandade, com ênfase para a igreja Católica, estavam enfrentando enxurradas de processos em razão de acobertarem pedófilos, mas nunca foi publicado uma linha sequer de acusação contra a própria Torre de Vigia, nem mesmo até esta data, quando incontáveis processos, de igual teor, mas contra essa entidade religiosa, acumulam-se pelos tribunais de muitos países.

Resumir sua resposta a uma simples negativa possibilitou à ATCJ esquivar-se de responder à minha segunda pergunta, que foi baseada na seguinte declaração de Barbara Anderson:

Carefully concealed by the Watch Tower Society is the fact that they have been settling child sexual abuse lawsuits out-of-court for many years, although quietly, secretly, one at a time. However, since 2003, attorneys for dozens of plaintiffs publicly filed twenty or more child sexual abuse lawsuits against the group, mostly in California. During that time, I was actively aiding attorneys to understand policies and practices of Jehovah's Witnesses in the matter of child sexual abuse. I was disappointed that, to my knowledge, none of these lawsuits made it to open court. Quite a number of lawsuits were dropped by plaintiffs' attorneys, but in early-winter of 2007, seven California cases, one Oregon case, and another in Texas, were settled out-of-court by the leaders of Jehovah's Witnesses for millions of dollars.

TRADUÇÃO: 

Cuidadosamente ocultado é o fato de que a Torre de Vigia, por muitos anos, tem resolvido casos de processos judicias envolvendo abuso sexual infantil, fora dos tribunais, secretamente, um de cada vez.  No entanto, desde 2003, os advogados de dezenas de vítimas apresentaram mais de 20 processos de abuso sexual contra o grupo, principalmente na Califórnia. Durante esse tempo, eu estava ativamente ajudando advogados a entender as políticas e práticas das Testemunhas de Jeová em matérias de abuso sexual infantil. Fiquei desapontada que, a meu conhecimento, nenhum desses casos chegou à sua conclusão em um tribunal. Muitas ações judiciais foram retiradas pelos advogados das vítimas; e no inicio do inverno de 2007, sete casos da Califórnia, um caso de Oregon e outro caso no Texas forram resolvidos fora dos tribunais pelos lideres das Testemunhas de Jeová, ao custo de milhões de dólares.

Que o leitor possa se servir dessas informações, tanto da resposta da ATCJ, bem como das declarações de Barbara Anderson, para seguir com suas próprias investigações.

Finanças.

A respeito de finanças, depois de citar o julgamento da Suprema Corte dos Estados Unidos, que passou a permitir que um estado americano cobre impostos  por literatura religiosa, bem como a subsequente decisão da Torre de Vigia de não fixar mais uma taxa por sua literatura, perguntei à ATCJ se essa medida foi motivada pela decisão da Suprema Corte, que, segundo algumas fontes, a Torre de Vigia participou na qualidade de Amicus Curiae.

Mas segundo a resposta da ATCJ, a decisão da Suprema Corte em nada influenciou na nova fórmula de financiamento da literatura produzida pela Torre de Vigia.



Pela resposta da ATCJ, a taxa fixa por publicações foi descontinuada porque os donativos voluntários já cobriam com folga os custos de produção da literatura, e ainda mais, que eram até suficientes para cobrir os custos de ajuda humanitária.

Não foi, porém, a ideia transmitida pelo Ministério do Reino de janeiro de 2000, que anunciou a implantação do novo método em território nacional – cerca de 10 anos depois de implantado em alguns países prósperos.

O que cito abaixo é a introdução ao texto do Ministério do Reino, que dita a linha geral do artigo:



Não, o Ministério não disse às Testemunhas que estava tudo bem, que seus donativos davam para cobrir com folga todas as despesas com literatura e com ajuda humanitária; antes, todo o texto quase que implora às Testemunhas para serem bastante criteriosas na distribuição de literatura, de modo a oferecê-las apenas quando for mais provável que quem a receba esteja disposto a retribuir com ao menos algumas moedas.

E a prova mais evidente de que a adoção deste método não foi planejada, mas feita a reboque de circunstâncias inesperadas, é o fato de que a produção de literatura impressa tem passado por reduções constantes, como mostro no último capitulo de meu livro.  No exame que faço da situação financeira da Torre de Vigia, nestes últimos anos, fica claro que o que falta a ela é dinheiro para suas despesas, sejam elas quais forem. A venda das propriedades de Brooklyn e a construção da nova sede, a um custo bem menor, foi uma medida mais que urgente, e deverá manter estável a saúde financeira da organização por pelo menos alguns anos.

Diante desses fatos incontestáveis, só posso lamentar que a ATCJ tenha sido tão infeliz em sua resposta.

Apenas seguindo o script

Em todas as suas respostas, a ATCJ apenas seguiu o script elaborado pelo Corpo Governante.




Sabemos disso quando checamos o Manual de Relações com a Mídia (em espanhol), que foi preparado para as assembleias deste ano. Entre as instruções de como responder a equipes de reportagens, o manual ensina, com exemplos, como os anciãos devem se esquivar de perguntas polêmicas.









TRADUÇÃO: 


Situações negativasSe lhe perguntam sobre temas negativos ou controversos, é melhor não dizer a frase: “Sem comentários”. Pois em geral, as pessoas concluem que quem dar essa resposta é culpado. Se não sabe a resposta, diga com sinceridade: “Não sei”.  E se lhe fazem uma afirmação negativa, não repita. Responda de maneira positiva com um comentário breve e volte em seguida ao tema que deseja falar.
Exemplo 1. Um repórter pergunta: “Por que há tantas pessoas que tem aversão às Testemunhas de Jeová?” Uma resposta positiva seria: "Nós Testemunhas de Jeová somos pessoas pacíficas que respeitamos a lei e que nos esforçamos em ser cidadãos exemplares e bons vizinhos em nossa comunidade. Embora algumas pessoas não concordem com todas as nossas crenças, imitamos a Jesus enviando-lhes nossa mensagem positiva, e o programa da assembleia explica nossas razões".

Exemplo 2. Um repórter pergunta: “O que nos pode dizer sobre o que alguns ex-membros de sua religião estão dizendo do lado exterior deste local?” O melhor é contestar com algo positivo como: “Respeitamos o direito dos demais terem a sua própria opinião. Porém, nós estamos reunidos aqui para aprender como fortalecer nossa relação pessoal com Deus.” Dirija novamente a atenção para a assembleia.

Exemplo 3. Se lhe pergunta sobre 1975, poderá dizer: “Nós Testemunhas de Jeová esperamos ansiosas o cumprimento das profecias bíblicas. E embora reconheçamos que não sabemos a data exata para esse evento, nós mantemos a expectativa, pois foi isso que Jesus Cristo aconselhou seus discípulos a fazerem”. Então o irmão poderá novamente dirigir o teor da conversa para a assembleia.

Depois que se conhece o Corpo Governante tal como eu conheço, os seus passos passam a ser previsíveis, e a ATCJ, com suas repostas evasivas, apenas confirmou o que muitos de nós já sabemos.

Conclusão

Assim, depois de suas três “respostas”, a ATCJ conclui com um curioso incentivo:



Sim, eu continuo estudando este livro sagrado, e à medida que estudo, posso sentir o quanto as lideranças religiosas tem-se distanciado dele, trocando suas normas amorosas, pastorais, por regulamentos humanos que oprimem e  tornam infeliz a vida de tantos quantos desejam se aproximar daquele Pai tão belamente descrito por Jesus Cristo.

1º Timóteo 6: 20 é muito conhecido pelas Testemunhas de Jeová, uma vez que é frequentemente citado nas constantes advertências que a Torre de Vigia faz sobre o perigo do conhecimento secular, disponibilizado pelos livros, pelas escolas, pela televisão e pela internet.

Timóteo, guarde o que lhe foi confiado, afastando-se das conversas vãs que violam o que é santo e das contradições do falsamente chamado “conhecimento”.

São palavras sábias do apóstolo, e tenho-me esforçado em viver de acordo. Definitivamente não acredito em todas as informações de que tomo conhecimento, e nem mesmo agora, depois das pífias respostas da ATCJ, estou 100% convicto de que são verdadeiras todas as acusações que pesam contra a Torre de Vigia. Mas ficam aí ambas as versões, e que o leitor possa tirar suas próprias conclusões, ou que as usem para seguir com suas investigações. 



Mais uma vez a ATCJ usa palavras típicas daquelas que são dirigidas às Testemunhas de Jeová. Como escrevi anteriormente, não ficou claro se ela me identificou como um dos considerados apóstatas, mas aqui fica evidente que ela dispensa a mim o tratamento de quem já conhece bem a religião e que pode procurar os anciãos sempre que precisar. Apesar disso, introduz a carta com um “Prezado senhor” e encerra com “Seus amigos,”. Esses indícios me permite concluir que a ATCJ sabe que sou uma ex-Testemunha de Jeová. E seu incentivo aqui para consultar os anciãos sempre que surgirem novas perguntas é apenas uma conclusão-modelo de suas cartas-respostas. De outra vez que escrevi uma carta com uma pergunta bíblica, a conclusão foi exatamente essa. Ela própria sabe que não há nenhuma possibilidade de os anciãos locais me darem qualquer resposta a perguntas relacionadas, pois eles, muito provavelmente, ignoram por completo esses assuntos, e se sabem de alguma coisa, sabem apenas de ouvir de dizer, e certamente as tem como mentiras dos considerados apóstatas; e, além disso, como estou desassociado, a minha comunicação com os anciãos locais é simplesmente impossível. Eu teria primeiro que ser readmitido, e não sem antes praticamente jurar para uma Comissão Judicativa que reconheço a Organização Torre de Vigia como a legítima representante de Deus na Terra, bem como declarar que tudo o que sei sobre ela, que de alguma forma lhe mancha a reputação, é tudo mentira dos considerados apóstatas.

Não, eu simplesmente não tenho como fazer perguntas aos anciãos locais. Mas fica o incentivo para as Testemunhas de Jeová que me leem. Examinem as respostas da ATCJ à minha carta e decidam se elas são satisfatórias, e se, assim como eu, considerá-las insuficientes, decidam se vale a pena fazer o que estou impossibilitado: consultar um ancião local sobre esses assuntos. Mas estejam alertas sobre isso. Como são assuntos delicados para a organização, é muito provável que os anciãos passem a vigiar vocês, uma vez que suas perguntas certamente vão despertar neles a suspeita de que estão lendo matéria considerada apóstata. Ou talvez, antes prefira um caminho mais seguro, e consulte boas fontes, que são respeitadas autoridades em se tratando de assuntos relacionados à Organização Torre de Vigia, que são indicadas neste vídeo de Osmanito Torres.







5 comentários:

  1. Creio que a ATCJ nao se preocupou muito em dar respostas detalhadas sobre suas perguntas porque, conforme sempre ouvia em discursos enquanto servia em Betel, "não ensine a Verdade a quem ja sabe a verdade". É exatamente isso que o CG faz. Se eles fossem rebater cada minima acusaçao que fazem contra eles... Aiai

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  2. Boa noite Lourisvaldo Santana!

    Notei aqui lendo seu artigo, que a resposta da ATCJ é sempre a mesma para cada correspondência que criticos enviam para lá. O engraçado é que você foi tratado como uma TJ, ate o incentivaram a procurar ajuda de anciãos. Porém, como vc mesmo disse, eles sabem q vc não é mais TJ, então a resposta deles ficou apenas na evasiva. Foi muito boa sua carta, e foi muito melhor vc publicar esse artigo, pois mostra claramente a falta de compromisso deles em responder de forma honesta as questões levantadas. E isso, acima de tudo, fará os sinceros perceberem a "furada" nessa religião!

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  3. carta manipulada (falsa) pelos termos que são mostrados na carta mostram que há muita incoerencia nas palavras, por isso essa carta é falsa

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  4. Favor citar o site da ONU para confirmação da citação?

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    1. A ONU não foi citada no artigo, mas há uma site da ONU que fornece um documento sobre este assunto.

      Veja este link

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