quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Carta a Hitler & Declaração de Fatos

Uma carta (de amor) para Hitler
(Traduzido de JWFacts) Um dos grupos que Hitler enviou aos campos de concentração foram as Testemunhas de Jeová. Elas foram forçadas a suportar atrocidades indizíveis e muitas perderam suas vidas. As ações individuais de muitas Testemunhas são louváveis e a Torre de Vigia mantém esta parte de sua história em grande estima. O que não é discutido são as ações hipócritas de Rutherford na liderança até esses eventos.

No início de 1933, o escritório da Torre de Vigia em Berlim foi fechado e as Testemunhas de Jeová foram proscritas em muitos estados alemães. Em uma tentativa de apaziguar Hitler, Rutherford escreveu uma Declaração de Fatos e enviou uma Carta a Hitler afirmando que a Torre de Vigia compartilhava dos ideais nazistas.

As referências atuais da Torre de Vigia fornecem uma representação enganosa desses documentos, através de citações seletivas. O livro Proclamador do Reino menciona que Rutherford escreveu uma carta a Hitler como forma de "enfrentar a opressão nazista", na qual faz soar que a Sociedade Torre de Vigia estava firmemente contra o regime nazista.
Assim, em 25 de junho de 1933, as Testemunhas de Jeová adotaram numa assembléia em Berlim uma declaração a respeito de seu ministério e de seus objetivos. Foram enviadas cópias a todas as altas autoridades, e milhões foram distribuídas ao público. No entanto, em julho de 1933, os tribunais recusaram-se a conceder uma audiência de reparação. No início do ano seguinte, J. F. Rutherford escreveu uma carta pessoal a Adolf Hitler a respeito da situação, que lhe foi entregue por um mensageiro especial. Daí a inteira fraternidade mundial entrou em ação.
No domingo de manhã, 7 de outubro de 1934, às nove horas, todos os grupos de Testemunhas na Alemanha se reuniram. Oraram pela orientação e bênção de Jeová. Daí, cada grupo enviou uma carta às autoridades do governo alemão, declarando a sua firme determinação de continuarem a servir a Jeová (Testemunhas de Jeová – Proclamadores do Reino de Deus, página 693).
É bastante surpreendente descobrir que o oposto é que é verdadeiro, o que pode ser identificado ao ler o conteúdo da carta de 1936 de Rutherford a Hitler e a Declaração de Fatos.


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Carta a Hitler

Russell, fundador da Torre de Vigia, era sionista e simpatizante dos judeus como parte do cumprimento, nos dias modernos, das profecias bíblicas. Rutherford inicialmente continuou tal apoio, mas, pela década de 1930, mudou para uma posição anti-semita.



Tradução: 

Sabe-se de uma vez por todas que aqueles comerciantes especuladores, sem consciência e egoístas, que se chamam judeus e que controlam a maior parte das finanças e dos negócios do mundo, nunca serão os governantes nesta nova terra. Deus não arriscaria pôr esses homens egoístas em uma posição tão importante (Despertai! de 23 de Fevereiro de 1927, página 343).


Tradução das partes sublinhadas:


"Os judeus foram expulsos da Palestina e 'sua terra lhes foi deixada desolada' porque eles rejeitaram a Cristo Jesus, o amado e ungido Rei de Jeová. Até o dia de hoje os judeus não se arrependeram deste ato ilícito cometido por seus antepassados ... Em 1917  foi emitida a Declaração de Balfour, patrocinada pelos governos pagãos da organização de Satanás, reconhecendo os judeus e lhes concedendo grandes favores ... Os judeus receberam mais atenção do que realmente mereciam (Vindicação, livro II, páginas 257, 258, edição de 1932).

Durante a época de Rutherford, as Testemunhas tornaram-se conhecidas como uma religião de ódio devido ao hábito da Torre de Vigia de insultar outras religiões e governos. A Igreja Católica foi a mais alvejada e chamou a atenção do governo nazista, peticionando contra a Sociedade Torre de Vigia. Em 1933, o governo nazista proibiu as operações alemãs da Torre de Vigia.
Em junho do chamado “Ano Santo” de 1933, o regime de Adolf Hitler apoderou-se da propriedade da Sociedade Torre de Vigia (EUA) em Magdeburgo e proscreveu as atividades do povo de Jeová na Alemanha no que dizia respeito às reuniões e distribuição de publicações, embora a propriedade fosse devolvida em outubro seguinte (Anuário das Testemunhas de Jeová de 1976, página 174, tradução oficial).

Em um esforço para derrubar a proibição, Rutherford enviou uma carta e uma Declaração a Hitler, nas quais ele poderia legitimamente elogiar Hitler por sua campanha anti-Anglo-Americana e sua posição contra os judeus (veja os originas dessa carta no texto em inglês).

O que segue é uma tradução de parte da Carta a Hitler (veja aqui a tradução na íntegra):

Caro Chanceler
[...]
A sede de Brooklyn da Sociedade Torre de Vigia é - e sempre tem sido - extremamente amigável à Alemanha. Em 1918, o Presidente da Sociedade e sete membros da Diretoria nos Estados Unidos, foram sentenciados a 80 anos de prisão, por motivo de que o Presidente se recusou a permitir que duas revistas nos Estados Unidos, as quais ele editava, fossem usadas para fazer propaganda de guerra contra a Alemanha. Estas duas revistas, "A Sentinela" e "Estudante da Bíblia" (mensal), foram as únicas revistas nos Estados Unidos que se recusaram a publicar propaganda anti-germânica e, por esta razão, foram proibidas e suprimidas na América durante a guerra.
Da mesma maneira, no curso dos meses recentes, o conselho de diretores de nossa Sociedade não apenas recusou engajar-se em propaganda contra a Alemanha, mas até tomou posição contra isto. A declaração anexa assinala este fato e enfatiza que as pessoas na liderança de tal propaganda de horror nos Estados Unidos (homens de negócios Judeus e Católicos) são também os mais severos perseguidores do trabalho de nossa sociedade e seu conselho de directores. Esta e outras declarações destinam-se a repudiar a injuriosa acusação de que os Estudantes da Bíblia são apoiados pelos judeus.
[...]
A conferência de 5 000 delegados também afirmou - como expresso na declaração - que os Estudantes da Bíblia da Alemanha estão lutando pelos mesmos elevados objectivos éticos e ideais, os quais o governo nacional do Reich Alemão proclamou no que se refere à relação dos humanos com Deus, isto é: a honestidade do ser criado em relação ao seu Criador.
A conferência chegou à conclusão de que não há quaisquer divergências entre os Estudantes da Bíblia da Alemanha e o governo nacional do Reich Alemão. Ao contrário, em relação aos objectivos puramente religiosos e apolíticos e o empenho dos Estudantes da Bíblia, pode-se dizer que estão em pleno acordo com os objetivos idênticos do governo nacional do Reich Alemão.
[...]
Ansiosos por sua gentil aprovação, a qual esperamos receber em breve, desejamos afirmar nossa mais alta estima ao honorável Sr. Chanceler.
Sinceramente,
Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados

O Anuário 1975 refere-se brevemente a essa carta, juntamente com a Declaração de Fatos:
Os congressistas voltaram para casa cansados, e muitos se sentiam desapontados. Levaram 2.100.000 exemplares da “declaração” de volta com eles, contudo, e trabalharam rápido em distribuí-los e enviá-los a numerosas pessoas em posições de responsabilidade. O exemplar enviado a Hitler foi acompanhado de uma carta que dizia, em parte:
“A sede de Brooklyn da Sociedade Torre de Vigia é e sempre tem sido extremamente amigável para com a Alemanha. Em 1918, o presidente da Sociedade e sete membros da Diretoria, nos Estados Unidos, foram sentenciados a 80 anos de prisão por motivo de que o presidente se recusou a permitir que duas revistas nos Estados Unidos, que ele editava, fossem usadas na propaganda de guerra contra a Alemanha.”
Muito embora a declaração tivesse sido atenuada e muitos dos irmãos não pudessem concordar de todo o coração com a sua adoção, todavia, o governo ficou enraivecido e começou uma onda de perseguição contra aqueles que a distribuíam (Anuário das Testemunhas de Jeová de1975, página 111, tradução oficial).

À luz do conteúdo da carta oficial e da Declaração enviada a Hitler, o comentário de 2011 da Torre de Vigia zombando de outras religiões é nada menos que hipócrita.

Será que Hitler recebeu cartas de protesto de autoridades religiosas sobre os abusos cometidos pelos nacional-socialistas, ou nazistas? Havia algumas, mas eram poucas e esporádicas. No entanto, nos arquivos em Moscou, Eberle encontrou uma pasta com muitas cartas enviadas a Hitler pelas Testemunhas de Jeová de várias regiões da Alemanha, protestando contra a conduta dos nazistas (A Sentinela de 1º de outubro de 2011, página 14).
Declaração de Fatos
Em uma assembleia de 1933, uma "Declaração de Fatos" foi pronunciada e divulgada em formato de carta. Isso também mostrou o apoio da Torre de Vigia à postura do governo alemão contra os judeus (os originais dessa Declaração consta no texto em inglês; veja aqui a tradução na íntegra).
Os nossos inimigos alegam falsamente que a nossa obra recebe apoio financeiro de judeus. Nada mais longe da verdade. Até este momento, jamais houve a menor contribuição financeira para a nossa obra por parte de judeus. Nós somos os seguidores fiéis de Cristo Jesus e acreditamos Nele como sendo o Salvador do mundo, enquanto os judeus rejeitam inteiramente Jesus Cristo e negam enfaticamente que ele seja o Salvador do mundo enviado por Deus para o bem do homem. Por si só, isto devia ser prova suficiente em como nós não recebemos nenhum apoio dos judeus e, portanto, as acusações contra nós são maliciosamente falsas e só podiam vir de Satanás, o nosso grande inimigo. O maior e mais opressivo império na terra é o império anglo-americano. Por isto queremos dizer o Império Britânico, do qual os Estados Unidos da América são uma parte. São os financistas judeus do império britânico-americano que criaram e que praticam o alto comércio como meio de explorar e oprimir os povos de muitas nações. Este facto é tão manifesto na América que existe um provérbio a respeito da cidade de Nova Iorque que diz: "os Judeus são donos dela, os Católicos irlandeses governam-na, e os americanos pagam as contas.
[...]
O governo actual da Alemanha declarou-se enfaticamente contra os opressores do Grande Comércio e em oposição à influência religiosa errada nos assuntos políticos da nação. Essa é exactamente a nossa posição.
[...]
Em vez de estarmos contra os princípios advogados pelo governo da Alemanha, nós apoiamos sinceramente esses princípios e sublinhamos que Jeová Deus através de Jesus Cristo causará a realização completa destes princípios e se dará às pessoas paz e prosperidade e o grande desejo de cada coração honesto.
[...]
Um exame cuidadoso de nossos livros e outras publicações revelará o fato de que os próprios ideais elevados defendidos e promulgados pelo atual governo nacional são apresentados, defendidos e fortemente enfatizados nas nossas publicações, e mostram que Jeová Deus cuidará de que esses elevados ideais no devido tempo sejam alcançados por todas as pessoas que amam a justiça.
[...]
Deixemos lembrar ao governo e às pessoas da Alemanha que foi o tratado da Liga das Nações que pôs cargas injustas e insuportáveis sobre os ombros dos alemães. Este tratado da Liga das Nações não se fez nascer a partir dos amigos da Alemanha (Anuário das Testemunhas de Jeová de 1934, páginas.

A carta e a Declaração de Rutherford eram um esforço para apaziguar Hitler, mas em vão - muito pouco, tarde demais.

Como os esforços de Rutherford para apaziguar Hitler não alcançaram seus objetivos, Rutherford começou a antagonizar Hitler através de suas publicações.
Em 7 de outubro de 1934, [...] O orador anunciou que as congregações das testemunhas de Jeová em todo o mundo se reuniam hoje a fim de enviar cabogramas a Hitler, todos ao mesmo tempo, pedindo-lhe que se refreasse de perseguir as testemunhas de Jeová na Alemanha.” Depois de orarem a Jeová, cada grupo enviou o seguinte cabograma: “Governo de Hitler, Berlim Alemanha. Seus maus tratos para com as testemunhas de Jeová chocam a todas as pessoas boas da terra e desonrar o nome de Deus. Refreie-se de continuar perseguindo as testemunhas de Jeová, de outra forma, Deus o destruirá, bem como a seu partido nacional.”  (Anuário das Testemunhas de Jeová de 1976, página 174, tradução oficial).

Quando a Segunda Guerra Mundial começou em 1939, Hitler tinha boas razões para se opor às Testemunhas de Jeová. Especificamente, foi a posterior agressão de Rutherford contra Hitler que levou à forte postura que Hitler tomou contra as Testemunhas de Jeová, uma vez que a guerra começou. O resultado foi que as Testemunhas de Jeová sofreram atrocidades indescritíveis em campos de concentração nazistas. Muitos indivíduos mostraram coragem e convicção tremenda, e é trágico que este sofrimento desnecessário foi um resultado das palavras e ações de Rutherford.

Justificativa da Torre de Vigia

Uma Despertai! de 1995 faz parecer que a oposição nazista foi porque as Testemunhas de Jeová não apoiaram as ideologias nazistas,  e assim conclui:

Os nazistas não pretendiam tolerar qualquer recusa de apoio à sua ideologia (Despertai! de 22 de agosto de 1995, página 7).

No entanto, este não foi o sentimento exposto na Declaração de Fatos, que tentou retratar que compartilhava de ideologias semelhantes com os nazistas, como ao declarar:

Visto que o atual governo tem declarado aderência aos elevados ideais já mencionados, estamos persuadidos de que os governantes não desejam resistir ao testemunho progressivo da obra em prol do nome de Jeová Deus e seu reino que agora estamos levando a cabo.

Em 1943, a filial da Torre de Vigia da Suíça enviou outra Declaração de Fatos solicitando clemência para as Testemunhas de Jeová. Essa, de forma desonesta, afirmou:

"Declaramos expressamente que a nossa associação não ordena, nem recomenda, nem de qualquer outra forma sugere, agir contra as ordens militares. Questões desse tipo não são tratadas nem por nossas congregações nem na literatura publicada pela Sociedade ... Nós nunca obstaculizamos o desempenho do dever militar, como estabelecido por seus estatutos, e nunca o faremos, e não o consideramos uma ofensa aos princípios e aspirações da associação das Testemunhas de Jeová ".

As informações acima referidas são discutidas em maior detalhe por M. James Penton em As Testemunhas de Jeová, no Anti-Semitismo e no Terceiro Reich; A Sociedade Torre de Vigia Tentou Fazer Acordo com o Nazismo. Veja também Testemunhas de Jeová e o Terceiro Reich (M. James Penton, Toronto: University of Toronto Press 2004).

Uma aparente resposta ao artigo de Penton consta em uma Despertai! de 1998. Deixo que o leitor avalie se a Torre de Vigia corretamente apresenta a intenção do Rutherford e seus documentos enviados a Hitler.

Preocupado com as crescentes tensões na Alemanha, Joseph F. Rutherford, então presidente da Sociedade Torre de Vigia (EUA), junto com o administrador da filial na Alemanha, Paul Balzereit, decidiram lançar uma campanha para informar ao Chanceler Hitler, às autoridades do governo e ao público em geral que as Testemunhas de Jeová não representavam nenhuma ameaça ao povo alemão e ao Estado. Rutherford evidentemente achava que Hitler não sabia dos ataques contra as Testemunhas de Jeová, ou que havia sido mal informado sobre elas por elementos religiosos.
Por conseguinte, a sede em Magdeburgo providenciou a realização de um congresso para fazer uso do direito de reivindicação dos cidadãos da Alemanha. Com pouca antecedência, as Testemunhas de Jeová de toda a Alemanha foram convidadas ao Wilmersdorfer Tennishallen, em Berlim, para o dia 25 de junho de 1933. Esperava-se cerca de 5.000 representantes. Mas, apesar do clima de hostilidade contra eles, mais de 7.000 corajosamente compareceram. Os reunidos adotaram uma resolução intitulada “Declaração de Fatos”. Este documento protestava contra as restrições impostas à obra das Testemunhas de Jeová. Declarava inequivocamente a posição delas e negava as acusações de ligações subversivas com causas políticas de qualquer tipo. Dizia:
“Temos sido falsamente acusados perante as autoridades desse governo . . . Pedimos, com respeito, que os governantes da nação e o povo analisem com justiça e imparcialidade a declaração de fatos aqui apresentada.”
“Não estamos em litígio com pessoas ou com instrutores religiosos, mas temos de chamar atenção ao fato de que, em geral, quem nos persegue e nos difama perante os governos são aqueles que afirmam representar a Deus e a Jesus Cristo.”
[...]
Alguns dizem agora que o congresso de 1933 em Berlim e a “Declaração de Fatos” foram tentativas da parte de Testemunhas de Jeová preeminentes de mostrar apoio ao governo nazista e seu ódio aos judeus. Mas suas afirmações não são verdadeiras. Elas baseiam-se em informações errôneas e na distorção de fatos.
[...]
Por meio da “Declaração”, elas negaram fortemente as acusações de envolvimento financeiro ou vínculos políticos com os judeus. Assim, o documento declarava:
“Os nossos inimigos alegam falsamente que a nossa obra recebe apoio financeiro de judeus. Nada mais longe da verdade. Até este momento, jamais houve a menor contribuição financeira para a nossa obra por parte de judeus.”
Tendo mencionado dinheiro, a “Declaração” passou a denunciar práticas injustas do alto comércio. Dizia: “São os financistas judeus do império britânico-americano que criaram e que praticam o Alto Comércio como meio de explorar e oprimir os povos de muitas nações.”
Essa declaração claramente não se referia ao povo judeu em geral, e lamenta-se caso tenha sido entendida mal e se tornado motivo de ofensa.
[...]
A “Declaração” também lembrava o governo de suas próprias promessas. As Testemunhas de Jeová defendiam certos ideais elevados, e acontece que estes mesmos ideais eram também publicamente defendidos pelo governo alemão. Entre estes, os valores de família e a liberdade religiosa.
Neste respeito, a “Declaração” acrescentou: “Um exame cuidadoso de nossos livros e outras publicações revelará o fato de que os próprios ideais elevados defendidos e promulgados pelo atual governo nacional são apresentados, defendidos e fortemente enfatizados nas nossas publicações, e mostram que Jeová Deus cuidará de que esses elevados ideais no devido tempo sejam alcançados por todas as pessoas que amam a justiça.”
Assim, as Testemunhas de Jeová jamais expressaram apoio ao Partido Nazista. (Despertai! de 8 de julho de 1998, página 10-14).

Litigante Fundo de Ativos para Vítimas do Holocausto
O Litigante Fundo de Ativos para Vítimas do Holocausto (Bancos Suíços), CV-96-4849, é um fundo para compensar as pessoas que sofreram com o Holocausto. Como afirmado em swissbankclaims.com/index.asp (3 de Março de 2006):
Este é o site de informação oficial para o litígio de bens de vítimas do Holocausto contra bancos suíços e outras entidades suíças. Você pode ter importantes direitos uma proposta de $ 1,25 bilhões (EUA) de uma ação coletiva contra bancos privados suíços e outras entidades suíças por sua alegada conduta relacionada com a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto.

Em 1999, a Sociedade Torre de Vigia pediu uma indenização para si própria. A carta da Torre de Vigia consta no site www.swissbankclaims.com, conforme acessado em 28 de setembro de 2009 (clique aqui para obter uma cópia em PDF). Ela inclui um pedido para receber uma parte dos fundos na seguinte base:

"Algumas Testemunhas de Jeová morreram prematuramente e não deixaram herdeiros para fazer uma reivindicação ao Swiss Bank Settlement Fund (Fundo de Liquidação do Banco Suíço). No entanto, o legado de resistência espiritual que deixaram para trás é de grande valor na educação das gerações futuras sobre a importância de defender a dignidade e o valor da vida humana. Representando esses indivíduos, a Torre de Vigia ficaria satisfeita em dedicar quaisquer fundos alocados unicamente aos interesses da educação sobre Holocausto e à lembrança dos prisioneiros que levavam o triângulo roxo, conforme o tribunal possa estipular ".
 (Esta postagem foi traduzida com a ajuda do Google Tradutor)



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4 comentários:

  1. LI ESSAS INFORMAÇÕES E NÃO VI NENHUMA PROVA CONSISTENTE DE QUE A ORGANIZAÇÃO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NA ÉPOCA DO REGIME NAZISTA APROVARAM O HOLOCAUSTO DOS JUDEUS. APENAS A ORGANIZAÇÃO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NÃO CONCORDAVAM COM AS DOUTRINAS E ATITUDES DO POVO JUDEU ( QUE SUBSTITUIRAM O NOME DE JEOVÁ POR SENHOR ) E DA IGREJA CATÓLICA QUE É UMA MISTURA DE CRISTIANISMO COM PAGANISMO.

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    1. "Anônimo", muito obrigado por expressar sua sincera opinião!

      Continue pesquisando e certifique-se de ter a verdade, seja ela qual for.

      Grande abraço!

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  2. Muito bem lembrado este assunto.Já tinha tomado conhecimento dele através de outras páginas da Net,e um ponto que chama a atenção é justamente a maneira que a Torre de Vigia conta a sua versão.Principalmente no Livro Proclamadores do reino,ela com o óbvio objetivo de dar alguma satisfação às Testemunhas,sabendo que a internet tem escancarado tudo nos seus mínimos detalhes a muito tempo,dá a elas apenas um petisquinho para que se defendam argumentando que nada é escondido delas.Satisfeitas com as migalhas,elas ainda se orgulham da humildade do Corpo Governante reconhecer seus erros...sequer suspeitam que a história é infinitamente mais longa,com pormenores que nem nos seus piores pesadelos,poderiam existir.Neste assunto,é bom lembrar que quando as coisas começaram a pegar fogo para as pobres Testemunhas,o espertinho Rutherford já estava lá pras bandas dos E.U.A. Covarde!

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  3. Hitler foi um herói que quis libertar o mundo do poder satânico do onipotente judaísmo (Assassinos de Jesus),,,outros tentaram e morreram como JF Kennedy....mas o povo "gado de rebanho" acredita na história oficial mentirosa, sem contestar nada..sem duvidar de nada..sem questionar absolutamente nada..só acreditam cegamente! Enquanto isso...Rockefeller, Rotschilds, Soros e o judaísmo sionista internacional através de seus bancos, através dos juros e da usura dominam e sugam países e o povão gado de rebanho permanece adormecido ,alienado e manipulado.
    =================================
    “Existem dois tipos de história mundial: uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos” - (Honoré de Balzac)

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