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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Sexo oral e anal – o conceito da Torre de Vigia conforme revelado em sua literatura

(Traduzido e adaptado de quotes-watchtower) Por todas as declarações citadas abaixo, a Torre de Vigia reconhece que não cabe a ela regulamentar o que um casal cristão pode e não pode fazer na cama, mas, apesar desse reconhecimento, ela se permitiu fazer exatamente o contrário. Uma Sentinela de 1975 declarou que práticas de sexo oral e anal no casamento daria motivo bíblico para o divórcio. Quantos casamentos foram desfeitos por essa razão, ninguém sabe. Em 1978, a Torre de Vigia voltou atrás nesta questão e nem mais considera que sexo anal e oral no casamento constitui base para desassociação; mas, em 1983, o carro de Jeová deu outra guinada e, desde então, quem quer que pratique sexo oral e anal, enquanto Testemunha, está sujeito a ser expulso da congregação, a menos que se arrependa e abandone tais práticas. Se isso não é regulamentar a vida intima alheia, o que seria?

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Corpo Governante confessa: ‘Não somos perfeitos, por isso podemos cometer erros ao interpretar a Bíblia’. O que isso deveria significar para as Testemunhas de Jeová?

Esta confissão consta na revista A Sentinela de fevereiro de 2017, edição de estudo. Não é a primeira vez que a liderança das Testemunhas faz essa confissão, mas visto que fazia mais de 20 anos que não dizia algo parecido, isso pegou de surpresa muitas Testemunhas recém-chegadas à organização.  Surpreendentemente esta confissão consta na conclusão de uma série de dois artigos em que a liderança das Testemunha reivindica ter orientação divina assim como tinham os servos de Deus do antigo Testamento, bem como Jesus Cristo e os apóstolos. Além disso, apresenta o seu próprio histórico de reformulação de doutrinas como prova de que é guiada por Deus.  

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

1975 e a geração que não passaria

Nathan Knorr assumiu a presidência da Torre de Vigia logo após a morte de Rutherford. Mas ficou a cargo de Frederich Willian Franz (vice de Knorr a partir de 1945), o desenlace da questão doutrinal. Pelo que se sabe, desde que ingressou na religião, no ano de 1914, ele sempre foi próximo de Rutherford, estando diretamente envolvido na produção de matéria de cunho doutrinal a partir de 1926 – e isso tem justificativa (Veja A Sentinela de 15 de março de 1993, página 31). Franz fora um aluno brilhante na universidade, e, ao final, sabia ler alemão, latim e grego; depois aprendeu espanhol, francês e português, e também veio a dominar um pouco de hebraico (Veja Apocalipse Adiado, capítulo 3, de James Penton). Assim, com Knorr na presidência, mas sem ter a arte de escrita e, principalmente, por lhe faltar desenvoltura em assuntos doutrinários, coube a Franz a tarefa de guia espiritual de toda uma religião (Crise de Consciência, páginas 78-80). E como tal, Franz provavelmente foi o maior responsável por mais uma barulhenta cavalgada rumo ao fim do mundo.

domingo, 31 de julho de 2016

Luzes tardias (o cativeiro da Babilônia)

Folheto de Ronald E. Frye,
Ex-Superintendente de Circuito
Durante muitas décadas, o Corpo Governante ensinou que as dificuldades enfrentadas pelos Estudantes da Bíblia (como então se chamavam as Testemunhas de Jeová) por ocasião da 1ª Guerra Mundial era sinal de que eles, por assim dizer, haviam sido punidos por Deus, o qual permitiu que eles fossem levados a um cativeiro espiritual – em cumprimento do que seria um paralelo profético do cativeiro dos judeus em Babilônia no sexto século AEC.  

Esse cativeiro teria começado em 1918 e terminado em 1919, mais ou menos na mesma época em que oito líderes da religião, inclusive Rutherford, estiveram presos, sob a acusação de interferência nos os interesses bélicos dos Estados Unidos.

As razões para que assim fossem punidos pode ser lida na revista A Sentinela de 15 de Fevereiro de 1996, página 14.